Fonte: www.tce.pe.gov.br, 24/03/11
A construtora Queiroz Galvão ganhou a concorrência pública para a construção da Via Mangue com uma proposta de preço de R$ 319,8 milhões. Não apenas ela, mas todas as outras que se habilitaram na competição propuseram um preço aproximado do que havia sido proposto pelo Núcleo de Engenharia (NEG) do TCE, que ensejou a expedição de uma Medida Cautelar da conselheira Teresa Duere determinando que houvesse mudanças no edital para que o custo da obra fosse reduzido. Inicialmente, a obra foi orçada pela prefeitura em R$ 480 milhões, mas no final de 2010 o preço caiu para R$ 420 milhões. O NEG estipulou o valor da obra em R$ 332 milhões e a proposta vencedora foi de R$ 319,8 milhões. Ou seja, R$ 99 milhões a menos do que fora estipulado pela URB. “Isso para nós é motivo de satisfação, pois mostra que o Núcleo de Engenharia estava certo e que somos um órgão de resultados. Só com esta economia o Tribunal se pagou durante o ano de 2010”, disse a conselheira Teresa Duere. A equipe do NEG que participou da análise do edital da URB foi composta pelos seguintes servidores: Raimundo Paim Moinhos (inspetor de obras), Elci Pessoa Júnior (técnico de inspeção), Carlos Alberto de Carvalho (inspetor de obras), Carlos Frederico Rego Maciel (inspetor de obras) e Conrado Montenegro (inspetor). Eles são lotados na Gerência de Auditoria de Obras Públicas (GAOP), cujo gerente é Fernando Artur Nogueira.